domingo, 2 de novembro de 2014
Pessoas tóxicas
Você convive com elas o tempo todo: no seu trabalho, em eventos, na sua família. Pessoas tóxicas são aquelas que exalam algum tipo de sentimento ou característica ruim que pode afetar seu dia a dia.
Como qualquer tipo de toxina, você precisa limitar sua exposição a essas pessoas ou até mesmo cortar laços para se proteger. Segundo o site da revista "Inc.", esses sujeitos infelizmente não vêm com avisos ou alertas. Por isso, aqui vão alguns sinais para identificar esses tipos:
1. Pessoas arrogantes
Há uma grande diferença entre confiança e arrogância. Confiança inspira; arrogância intimida. Pessoas arrogantes sempre sabem mais e se sentem superiores aos outros. Elas nunca vão celebrar sua confiança, porque isso interfere na arrogância delas.
2. Pessoas vítimas
Uma das piores pessoas que você pode encontrar na sua vida são as que sempre se fazem de vítimas. Elas olham para seus próprios erros e sempre encontram alguém para culpar. Elas nunca se responsabilizam pelas vidas delas.
3. Pessoas controladoras
Elas sabem tudo e a melhor forma de fazer qualquer coisa, mas no fundo são pessoas extremamente inseguras. O problema é que enquanto você estiver rodeada por elas, você nunca terá chance de dar sua opinião ou ser escutado.
4. Pessoas invejosas
Elas nunca estão felizes com o que têm e são incapazes de ficarem felizes pelas boas coisas que acontecem com você. Elas acreditam que se alguma coisa benéfica tem que acontecer, deve ser com elas.
5. Pessoas mentirosas
Mentirosos crônicos são perigosos porque você nunca saberá no que acreditar. Você não poderá contar com as promessas deles ou suas palavras. Eles mentirão para você sobre outras pessoas e sobre outras pessoas para você.
6. Pessoas negativas
Você provavelmente deve conhecer alguém que vive irritado, ressentido, desconfiado de tudo. Negatividade destrói relacionamentos e passar tempo com pessoas assim dá a sensação de que estão sugando sua vida.
7. Pessoas gananciosas
Muito de nossa cultura nos guia para querer mais, alcançar mais, faturar mais. Até certo ponto isso é bom, mas se torna tóxico quando alguém quer tudo – o que é seu ou dos outros –, e o processo de conquistar essas coisas se torna mais importante do que até mesmo viver.
8. Pessoas que julgam
Há uma grande diferença entre julgar com base em dados objetivos e julgar apenas para criticar. Pessoas que julgam demais são rápidas para tirar conclusões que nem sempre se provam corretas. Elas são péssimas ouvintes e comunicadoras.
9. Pessoas fofoqueiras
Elas conversam sobre os outros sem distinguir o que é especulação e realidade. Isso é uma forma de elevá-las acima de suas inseguranças. Poucas coisas são mais destrutivas do que fofocas.
10. Pessoas sem caráter
Se uma pessoa não tem integridade ou honestidade – trair, manipular, fofocar fazem parte de suas atitudes diárias –, haverá poucas coisas que ela não faça para conseguir o que quer
sábado, 1 de novembro de 2014
Nossa Senhora Desatadora de nós.
Conheça a verdadeira história da Mãe do belo amor!
É com muita alegria que me dirijo a você, hoje, para narrar-lhe a verdadeira história de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Trouxemos, Denis Bourgerie e eu (Suzel Frem Bourgerie), esta devoção ao Brasil em outubro de 1999 e, hoje, ao contemplá-la espalhada em todos os lugares e corações, lotando o Santuário onde tudo começou aqui em Campinas.
Só podemos agradecer sem cessar a Jesus e à Virgem do Belo Amor, porque só há uma resposta para que os olhos têm contemplado e o nosso coração experimentado: é a graça divina se manifestando nas vidas dos que Nela crêem e lançam seus problemas, como nós em suas Mãos de Misericórdia!
São milheres de pessoas que já passaram por este santuário, muitas delas vindas de longe, até mesmo de países vizinhos ao Brasil para orarem.
Este santuário, apesar de não se encontrar no centro da cidade, ficando situado discretamente em um bairro, passou a ser descoberto pelo Brasil e os fiéis o procuram sem medir esforços para ver a Mãe que desata os nós!
Quantas famílias reconciliadas! Quantos esposos voltando à Igreja! Quantos empregos concedidos! Quanta conversão! Fiéis que chegam de joelhos desde a rua até onde Ela se encontra no santuário, como sacrifício e reconhecimento pela graça concedida.
Cada vez mais fiéis o visitam e não podemos deixar de reconhecer que a Virgem Maria mudou completamente a vida do santuário a partir da entronização do seu quadro ali.
Dia a dia após Sua chegada, foram chegando os seus filhos e hoje, vemos a Glória de Deus diante de nossos olhos.
As missas lotam cada dia mais o santuário, que hoje parece pequeno: jovens, crianças, velhos, pobres, ricos, enfermos, famílias inteiras, enfim, o povo de Deus vem pedir auxílio à Mãe, que desata os Nós e Maria concede abundantemente o que lhe é pedido.
A devoção a Nossa Senhora Desatadora dos Nós.
Na verdade, Nossa Senhora Desatadora dos Nós é uma devoção que surgiu em 1700, na cidade de Ausburgo, na Alemanha. Um pintor desconhecido pintou a Virgem Maria inspirado na meditação feita por São Irineu, bispo de Lyon e mártir no ano 202, que, à luz do paralelismo escrito por São Paulo sobre Adão-Cristo, criou o de Eva-Maria, dizendo: “Eva, por sua desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; ao contrário, Maria, por sua obediência, o desatou!”
Este quadro foi então colocado na pequena igreja de São Peter am Perlack em Ausburgo e ali está até hoje nesta igreja que é cuidada pelos jesuítas locais. Ali foi onde tudo começou, fonte desta fé. A devoção à Maria Desatadora dos Nós, então, como vocês podem ver, já existe há 300 anos!
Portanto, não é uma devoção de agora. Não se trata de uma aparição da Virgem Maria a alguém, como aconteceu em Lourdes ou em Fátima. Trata-se de uma devoção respeitada como tantas outras existentes na Igreja Católica, embora a Virgem Maria seja uma só.
Mas, como tudo começou?
Quando Denis Bourgerie encontrou Nossa Senhora Desatadora dos Nós pela primeira vez, vendo o quadro, sentiu-se profundamente tocado em seu coração, ele que sempre amou a Virgem Maria e construiu o primeiro Santuário dedicado a Ela o Santuário Maria Porta do Céu e posteriormente um Santuário dedicado somente a Ela, Nossa Senhora Desatadora dos Nós.
Denis permaneceu estarrecido diante de tanta beleza, dos detalhes tão ricos, no plano da fé, das mensagens ali contidas no quadro e o nome, Nossa Senhora Desatadora dos Nós, não lhe deixou mais o coração sossegado por dias e dias. Por quê? Precisava fazê-La conhecida no Brasil, afinal quem não tem algum nó a desatar, um problema que não conseguimos solucionar e que nos atam e nos impedem de cantar as maravilhas de Deus? Então, impulsionado pelo desassombro que lhe é peculiar (e principalmente hoje podemos ver, pelo Espírito Santo e a Virgem Maria) Denis foi à luta. Após grande batalha burocrática, finalmente, depois de alguns meses, o Santuário Maria Porta do Céu foi presenteado com uma réplica do quadro de Nossa Senhora Desatadora dos Nós.
Quanta alegria! Sentíamo-nos honrados, agraciados com tal presença, mas não tínhamos idéia do que viria…, do que nossa Mãe planejava. O primeiro Santuário o Maria Porta do Céu foi construídos há mais de 10 anos por nós, leigos, quase sem doações, com muito sacrifício, uma vez que o dinheiro que tivemos para erguê-lo veio dos livros que escrevemos durante anos.
E cada tijolo ali foi posto na fé porque muitas vezes não tínhamos a quantia que precisávamos.
O primeiro sinal do céu que recebemos para ir em frente foi a doação do terreno pela Prefeitura local. Não esperamos mais. Partimos então na fé, porque Deus tem pressa. Nosso Pai é rico e nossa Mãe é Rainha. Depois de quatro anos a construção do santuário se concretizou, mas nossos sonhos não, porque a obra ficará completa quando pusermos em funcionamento o Centro de Terapia da Dor e Cuidados Paliativos LO TEDHAL (LO TEDHAL em aramaico significa “Não temas”) para oferecer alívio ao sofrimento a pacientes portadores de enfermidades sem cura e seus familiares.
E foi neste Santuário que Nossa Senhora Desatadora dos Nós, de tão longe, finalmente veio para ficar. Uma vez chegada aqui, Ela foi entronizada ao lado do altar.
A partir daí, dia após dia, foram chegando fiéis que, ao vê-La, colocavam-se de joelhos e se punham a rezar para Ela. E cada dia mais fiéis começaram a visitá-La, e mais fiéis… As graças foram então concedidas e nunca mais parou. Hoje a novena que escrevi à Nossa Senhora Desatadora dos Nós já está editada em mais de 10 países e temos sentido que, quando vamos levá-La a estes países, os corações destes povos contemplam a Virgem e se apaixonam por Ela. Temos certeza de que é do agrado de Deus esta devoção:
- Já que este quadro reflete a fé Igreja Católica na Mãe de Deus e expressa claramente a Mediação Maternal da Virgem Santíssima;
- Não teríamos até hoje tal número de testemunhos e fiéis aos seus pés;
- Temos experimentado em nossas vidas o seu extraordinário poder intercessor e visto o mesmo acontecer na vida dos Seus filhos que a Ela recorrem;
- Temos a aprovação da novena pela Igreja uma vez que nos foi concedida a “Imprimatur” e o Nihil Obstat” pelo Cardeal de Paris.
Vivemos em tempos difíceis onde os problemas, os nós, as tentações, a falta de paz, enfim, o mal que nos cerca de todos os lados, parece querer nos devorar vivos, como leão. (I Pedro 5,8).
Mãe do belo amor, escolhida por Deus:
Por isso, Aquela que Desata os Nós, escolhida por Deus para esmagar com seus pés este mal, vem se manifestar como nunca hoje, não só para nos dar emprego, saúde, reconciliação na família e outras coisas, mas, principalmente porque quer desatar os nós dos pecados que dominam nossas vidas, para que, livres deles, como filhos de Rei, possamos receber as promessas que nos estão reservadas desde a eternidade. Promessas de vitória, de paz, de bênçãos, de reconciliação.
E, livres dos nós, mais felizes então, poderemos ser testemunhas do poder divino, réplicas pequenas do Coração de Deus neste mundo, frascos de perfume que exalam misericórdia e amor aos outros, embaixadores de Cristo e da Virgem do Belo Amor, àqueles que choram sem consolo, que estão sós, atados de nós, sem Deus, sem Pai, sem Mãe!
Que Nossa Senhora Desatadora dos Nós os abençoe hoje e sempre.
Amém.
Dai esmola...
"Dai esmola e vossos pecados serão apagados" (Lucas 11,41). Sim meus irmãos, pela esmola podemos facilmente resgatar nossos pecados e atrair sobre nós as bênçãos do céu mais abundante sobre nossos bens e sobre nos mesmos. Digamos ainda melhor, pela esmola podemos evitar as penas eternas.
Oh, meus irmãos, se Deus tivesse querido, seríamos todos iguais. Mas não! Ele previa que sendo orgulhosos, não iríamos querer submeter-nos; nem uns nem outros. Foi precisamente por isso que pôs ricos e pobres no mundo, para que pudéssemos ajudar-nos a nos salvar uns aos outros. Os pobres se salvarão sofrendo com paciência e pobreza e pedindo com humildade auxílio aos ricos. Os ricos, por seu lado, encontrarão meio de expiar seus pecados compadecendo-se dos pobres e tendo o dever de ajudar os seus irmãos mais necessitados. Vede meus irmãos, que desse modo podemos todos salvar-nos.
Na hora do juízo final. É certo que essa hora será terrível. O profeta Joel o chama “o dia das vinganças do Senhor” dia sem misericórdia, dia assustador e desesperador para o pecador. Mas, diz-nos um santo: “quereis que esse dia seja para vós não um dia de desespero, mas de consolação, daí esmola e sereis felizes”. E é só no dia do juízo que descobriremos todos os seus valores. Se me perguntarmos os motivos, ei-los; podermos dizer que supera todas as boas ações.
A esmola no Antigo Testamento:
Lemos na Sagrada Escritura que o Senhor disse a seu profeta Isaias “vá dizer a meu povo que seus crimes me irritaram tanto que já não posso mais suportá-los. Vou puni-los e perde-los para Sempre. Contudo no meio de tantos males, tenho um conselho a vos dar que é muito poderoso para atender o coração do Senhor, e podereis força-lo a vos fazer misericórdia: eis que tende fazer: daí uma parte de vossos bens a vossos irmãos pobres: daí pão aos que tem fome, roupa aos que estão nus, e vereis de repente, mudar vossa sentença”. Depois que todo o povo obedeceu ao profeta, o Senhor chamou Isaías dizendo lhe: “profeta vá dizer ao meu povo que ele me venceu que a caridade por eles praticada para com os irmãos foi mais que minha cólera. Vá dizer-lhes que eu os perdoo e lhes prometo minha amizade”.
Também na sagrada escritura, podemos ver que o Santo Tobias quando fora conduzido cativo na Syria, ficou encantado em poder exercer a atitude de dar esmola junto aos infelizes. À noite e de manhã ele distribuía tudo o que tinha a seus irmãos pobres, sem nunca reservar nada para si. Despojava-se até de suas próprias roupas para dá-las a seus irmãos pobres. Um dia chamou seu filho perto de sua cama e disse: “meu filho logo o Senhor vai me retirar deste mundo. Tenho uma Grande coisa a te recomendar antes de morrer: promete-me, meu filho que a observarás: dá esmola como puderes. Se tiveres muito, se tens pouco, dá, mas dá de bom coração e com alegria. Por esse meio juntarás tesouros para o Dia do Senhor. Não perca jamais de vista, que a esmola apaga nossos pecados e os preserva de cometer outros”.
O profeta Daniel nos diz: “se queremos levar o Senhor a esquecer de nossos pecados, demos esmola e imediatamente o Senhor os apagará de sua memória”.
O Rei Davi nos diz: “meu filho, não suporteis que vosso irmão morra de miséria se tendes o que lhe dar, porque o Senhor promete benção abundante aquele que ajuda o pobre e Ele cuidará de sua manutenção”.
A esmola no Novo Testamento:
Escutai o próprio Jesus Cristo que nos diz no Evangelho: “se dais esmola, abençoarei vossos bens de modo particular. Dai diz Ele, e vos será dado. Se derdes em abundância, ser-vos-á dado em abundancia”.
Depois da ressurreição de Jesus Cristo. Ele apareceu a São Pedro dizendo-lhe: “vá procurar o centurião Cornélio, pois suas esmolas chegaram a mim, elas lhe merecem salvação”. São Pedro foi e encontrou Cornélio rezando e disse: “suas esmolas agradaram tanto a Deus que Ele me mandou para vos anunciar o Reino dos Céus e vos batizar”.
Vemos nos atos dos apóstolos que era tão grande a caridade deles que não queriam ter nada em particular. Muitos vendiam seus bens para dar dinheiro aos pobres.
A esmola e os primeiros Cristãos:
No tempo dos primeiros cristãos, as pessoas de bons corações, pareciam ficar contentes por terem bens, para terem o prazer de dá-los a Jesus Cristo na pessoa dos pobres. (vejam ao lado a foto de um esmoleiro do início do séc. XIV que está em Lisboa – Portugal.)
Conta-se na história que um burguês ao encontrar um pobre, ficou tão comovido que chorou por causa de sua miséria. Sem nada examinar pega sua roupa de cima e lhe dá. Dias depois, ficou sabendo que esse pobre a vendera. Ficou muito triste. Ao rezar, dizia a Jesus Cristo: “Meu Deus, vejo que eu não merecia que esse pobre usasse minha roupa”. Nosso Senhor apareceu-lhe com sua roupa nas mãos dizendo-lhe: “você reconhece esta roupa” Ele se pôs a gritar: “ah, meu Deus, é a que eu dei a esse pobre”! Pois bem lhe diz Jesus Cristo: “você vê que ela não está perdida e que você me deu muita alegria dando a mim na pessoa do pobre”.
Sobre a esmola e os Santos:
Os santos amaram tanto a esmola que pensavam que era impossível salvar-se sem ela. (Ao lado temos a foto de um par de sandálias rustica e simples, utilizadas pelos santos e cristãos nos primeiros séculos.).
Santo Ambrósio nos diz que a esmola é quase um segundo batismo e um sacrifício propiciatório que nos faz obter graça diante de Deus. Diga-me que remorso no juízo para aqueles que desprezam e caçoam dos pobres, quando Jesus Cristo lhes mostrar que foi a Ele mesmo que injuriaram!
Na vida de São Francisco Xavier, que indo pregar no país dos bárbaros, encontrou no Caminho um pobre coberto de lepra. Deu-lhe esmola, após alguns passos, se arrependeu por na telo abraçado para mostrar como compartilhava seus sofrimentos. Virando se para vê-lo, não viu ninguém. Era um anjo que se apresentava na forma de um pobre.
Vejamos o que aconteceu a São Martin que passava na rua. Encontrou um pobre em extrema miséria. Ficou tão sensibilizado que não tendo nada para ajudar, cortou a metade da roupa e lhe deu. Na noite seguinte, Jesus Cristo apareceu-lhe com a metade de sua roupa cercado de um bando de anjos a quem dizia: “Não há nenhuma ação pela qual Deus faça tantos milagres quanto a favor das esmolas”.
Em duas palavras, escutem bem:
Tomemos Cuidados meus irmãos, quando nós não queremos ou não podemos dar. Não o desprezamos nunca, porque é Jesus, ele mesmo, que nós desprezamos. O pouco que nós damos, o demos de bom coração, com o pensamento de agradar a Deus e de redimir nossos pecados.
Temos de ter em vista, todo o bem que fazemos para o nosso próximo, de agradar Jesus Cristo que nos pede esta ação e de salvar nossas almas.
Conclusão:
O que devemos concluir de tudo isso é o seguinte: é que a esmola é de um mérito tão grande aos olhos de Deus, que ela é muito poderosa para atrair sobre nós as misericórdias de Deus, que ela parece colocar nossa salvação em segurança. È Necessário fazermos o que pudemos, enquanto estivermos na terra. Más é necessário fazê-lo com puras intenções, quer dizer, tudo para Deus e nada para o mundo. Como nós seremos felizes se todas as esmolas que fizemos durante nossa vida, nos acompanhar diante do tribunal de Jesus Cristo para nos ajudara ganhar o céu! É a felicidade que eu vos desejo!
A lição do cavalo.
A LIÇÃO DO CAVALO…
Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia, nos trabalhos de sua propriedade rural, recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.
O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.
O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado!
Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.
Já que está no buraco – disse ao capataz – você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele. Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem. Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco. Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!
Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz!
MORAL DA HISTÓRIA
Não aceite a terra que jogam sobre você os que querem enterrá-lo em vida; reaja com confiança, mexa-se, procure o seu espaço, suba sobre essa terra e aproveite para subir cada vez mais, agradecendo os que, pensando feri-lo, estão lhe dando a oportunidade de crescer material e espiritualmente.
Quando pensarem que você ” já era ” , a sua vitória será ainda mais espetacular .
Arrisque! Viver É arriscar. O homem que vai mais longe é o que, em geral, está disposto a fazer e a arriscar
Quanto custa um milagre...
Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu pai e sua mãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.Tudo que ela sabia era que este estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque seu papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento ao mesmo tempo. Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes.
Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado:- “Somente um milagre poderá salvá-lo agora.” Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina no seu esconderijo do armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou cuidadosamente por três vezes. O total tinha que estar certo, não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia.
Chegando lá ela esperou, pacientemente, que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Foi quando ela pegou uma moeda e bateu no vidro da porta. Finalmente!
– O que você quer ? perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. Estou conversando com meu irmão, que chegou de Chicago e que não vejo há séculos, disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.
– Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão, Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. Ele está realmente doente… e eu quero comprar um milagre.
– Como? balbuciou o farmacêutico atônito.
– Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. Então…quanto custa um milagre ?
– Não vendemos milagres aqui garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la, respondeu o farmacêutico com um tom mais suave.
– Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa um milagre?
O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota.
– Que tipo de milagre seu irmão precisa ?
– Não sei, respondeu Tess, levantando os olhos para ele. Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro.
– Quanto você tem ?
– Um dólar e 11 centavos. É tudo o que eu tenho aqui… mas posso conseguir mais, se for preciso.
– Puxa, que coincidência, sorriu o homem. Um dólar e 11 centavos – exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos. Ele pegou o dinheiro com uma mão, e dando a outra mão à menina, disse: Leve-me até onde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.
Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião especializado em neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos. A cirurgia, murmurou Mamãe, foi um milagre real. Gostaria de saber quanto uma cirurgia deste nível deve custar!
O Tempo
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa… Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!
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