domingo, 26 de setembro de 2010

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA MUDAR O MUNDO

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA MUDAR O MUNDO.




Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ...

Um Bom Alongamento

Para obter o máximo de benefícios dos alongamentos, é essencial uma técnica adequada. Também é uma forma importante de evitar lesões. Tenha em mente as seguintes dicas sobre alongamentos:



• Comece pelo pescoço e trabalhe cada grupo muscular descendo por todo o corpo. Isso permite a você usar os músculos que já foram alongados a medida em que você avança.

• Alongue de forma lenta e suave até o ponto de tensão moderada, não a ponto de sentir dor.

• Mantenha cada alongamento por 10-20 segundos - não interrompa!

• Não segure a respiração. Inspire profundamente antes de cada alongamento e expire durante o alongamento.

• Alongue em tempos iguais cada parte do corpo. Um conjunto de 3-5 alongamentos por parte normalmente é suficiente. Na medida em que sua flexibilidade aumentar, você poderá aumentar o número de repetições.

• Alterne os grupos musculares e alterne os lados.



Realizar exercícios de alongamento logo cedo pela manhã é uma boa forma de começar o dia renovado e mais ágil. Se você não puder fazê-los todos os dias, 2-3 vezes por semana também podem ajudar a melhorar sua flexibilidade e podem reduzir sua dor.

Castigos: Rigor ou Afeto?

Castigos: Rigor ou Afeto?




Castigar ou não Castigar?

Um dos aspectos que, a nível pedagógico, maior angústia causa a pais e educadores, são as dúvidas levantadas pelo acto de castigar. Castigar ou não? Qual o castigo mais apropriado? Esta ferramenta educativa, tão universal e utilizada ao longo da história nas mais diversas sociedades, continua a gerar diferentes opiniões, e a ser alvo de amplos debates.



"Asneiras de crescimento"

As crianças não nascem com a noção de certo e errado, e não sabem, à partida, qual o comportamento adequado para cada momento. Ao seu ritmo, estas vão procurar descobrir o meio à sua volta, explorar as suas capacidades à medida que as vão adquirindo, bem como testar as reacções dos outros para conhecer e desenvolver-se socialmente. As crianças "pedem" aos adultos que lhes forneçam as ferramentas para uma socialização bem sucedida, num equilíbrio nem sempre facilmente atingível entre a liberdade dada às nossas crianças, e os limites que se pretende que interiorizem.



A importância dos limites

A tema castigos é indissociável do de limites pois, à partida, os primeiros são utilizados como ferramenta para que a criança interiorize os segundos. E, actualmente, ser pai remete para um conflito cada vez mais frequente: não passar tempo suficiente com os filhos.

Após um dia de trabalho, longe dos filhos, é natural que os pais sintam não acompanhar o seu crescimento do modo desejado. Este sentimento, aliado ao cansaço e à necessidade de realizar múltiplas tarefas domésticas leva, por vezes, à adopção duma estratégia de compensação da sua ausência, através duma maior permissividade ou, por outro lado, a uma intolerância excessiva face aos comportamentos da criança.



No entanto, tal pode conduzir à educação de crianças com dificuldades em reconhecer limites, que não sabem lidar com a frustração, e torna difícil a compreensão e interiorização das noções de certo e errado. Os filhos precisam de limites para se sentirem seguros, para se socializarem, aprenderem a lidar com a agressividade, para crescer de forma saudável. E é, especialmente quando os pais têm menos tempo disponível, que as crianças mais os requerem, pois necessitam de receber essa segurança. Quanto menos a tiverem, mais veemente a vão reclamar, colocando os pais à prova, num processo de desgaste que pode ter consequências irreversíveis na relação parental.



Os limites

A imposição de limites ocorre sensivelmente no momento em que a criança adquire a capacidade motora para explorar o meio à sua volta. Por volta dos 8/9 meses, ela começará a gatinhar, e a adoptar o comportamento saudável de experimentar e conhecer os espaços em que se encontra. E é a partir deste preciso momento que os pais se confrontam com a necessidade de julgar o que é permitido a criança fazer, e o que não é. Este facto é ilustrado pelo exemplo clássico da criança que procura descobrir o que são as tomadas eléctricas, especialmente devido ao facto de comummente se situarem à altura do seu campo de visão.



Com o desenvolvimento da criança, entre os 18 meses e os 3, 3 ½ anos, no qual se verifica um aumento da linguagem e da destreza física, a necessidade de colocar limites firmes e inteligíveis para as crianças, passa a ser uma das imposições que se colocam a pais e educadores. Esta é uma fase em que a criança procura organizar-se e explorar com grande avidez o que a circunda, e "reclama" dos adultos significativos a orientação e a organização que lhe permitam aprender o que pode ou não realizar.



À medida que a criança cresce, mantém-se sempre a necessidade desta suscitar a orientação organizativa por parte dos pais, o que se vai alterando é a possibilidade crescente dos pais explicarem as regras impostas, devido à progressiva capacidade de entendimento dos filhos. Se, nos primeiros tempos de vida os limites podem ser colocados através de estratégias mais simples, como a distracção, o agarrar, a cara de mau, entre outras, com o desenvolvimento da criança, essa tarefa torna-se mais exigente e elaborada.



Os castigos ajudam?

Antes de abordar a questão dos castigos, torna-se fundamental salientar que, embora estes sejam importantes auxiliares no processo de interiorização de limites por parte das crianças, essa aprendizagem não pode passar apenas pela sua aplicação. Pelo contrário, o poder dos castigos deverá ser sempre reduzido, quando comparado com o do afecto, do exemplo e do diálogo, que deverão ser as principais ferramentas de socialização e educação.



Habitualmente, no processo educativo, as crianças procuram ser como os seus modelos de referência, cabendo-lhes a estes serem os melhores exemplos / modelos possíveis. A interiorização e a aprendizagem de regras e limites faz-se, fundamentalmente, pela imitação e procura de identificação com os modelos de referência que as crianças possuem, da qual os pais, seguidos dos elementos de família mais próximos, educadores, professores, entre outros, assumem amplo destaque.



Surge então a pergunta- os castigos ajudam ou não? E essa é uma das questões que maior angústia causa a pais e educadores, bem como qual o castigo mais apropriado para a criança.

Os castigos ajudam, e podem ser uma importante ferramenta de educação e socialização. Mas, para tal, terão de ser aplicados com moderação, de forma correcta e coerente. Existem modos de potenciar esta ferramenta, o que será tratado de seguida.



O propósito do castigo não é castigar

É difícil dizer qual o castigo certo, para dada situação. Além de pouco sensato, um "manual de instruções" apenas serviria para produzir mais incerteza e instabilidade na hora em que se pede aos pais segurança e firmeza.

Antes de mais, para que uma criança interiorize os limites, é necessário que se sinta afectivamente ligada à pessoa que a castiga. O castigo deve ser sempre dado com carinho, com amor, e transmitir a noção de que "eu estou a fazer isto por que gosto de ti, e preocupo-me contigo".



Importa ter em conta que, na hora de castigar, por mais aborrecido que se possa estar com a criança, o objectivo não pode ser o de "castigar", de lhe causar mal estar em retorno, mas sim ter o propósito de ajudar a criança a perceber que a sua acção foi incorrecta, e que compreenda o que é esperado dela.



Quebrar o ciclo

O objectivo imediato passa inequivocamente pelo término do comportamento incorrecto que a criança está a realizar. Tal poderá ser realizado de inúmeras formas, mas o olhar, a expressão facial (cara de mau), a imposição física (ex.: agarrar), o tom de voz, firme e seguro, sem gritar, poderão ser os melhores aliados. Nos primeiros anos, um castigo que resulta com sucesso é o isolamento, ou o acto de se sentar sem actividade na "cadeira do castigo" sem actividade. Esse castigo permite à criança acalmar, para de seguida ser possível conversar sobre o assunto.





Aspectos significativos dos castigos:

Existem pormenores relativos aos castigos que devem ser levados em consideração:

É essencial que o seu propósito seja o de sinalizar o comportamento incorrecto, pelo que convém não existir uma grande distância temporal do comportamento alvo, senão incorre-se no perigo da criança abstrair-se e esquecer-se do motivo do mesmo;



De seguida e sempre tendo em conta a idade da criança, torna-se fundamental que lhe seja explicado o que realizou de incorrecto e, explicitar de forma compreensiva, clara e curta, o que pretendemos dela. Se necessário e possível, exemplificando-o.



Deverá ser num sítio que os pais possam controlar, pois além das questões de segurança, é importante que se certifiquem que a criança, durante o tempo de castigo, não tem brinquedos à disposição ou outros factores de distracção, como por exemplo a televisão; do mesmo modo, o "mandar para o quarto" ou para outro espaço semelhante é um castigo que menores probabilidades terá de ser bem sucedido, pois o mais certo será a criança encontrar tantos factores de distracção nesses espaços que provavelmente rapidamente se esquecerá do comportamento que a levou ao castigo;



Qualquer castigo aplicado deve ter em conta a idade e o desenvolvimento da criança. Sempre que possível, o castigo deve contribuir para a reparação do comportamento alvo (ex.: se sujou algo, limpar). Também é importante não intimidar a criança com um castigo que se sabe que não será possível por em prática;



À medida que a criança se desenvolve a nível verbal, pode ter um papel activo na forma de reparar o seu comportamento incorrecto. Convém permitir-lhe que ela participe e opine sobre os castigos ou modos de reparar o comportamento incorrecto;



Procurar explorar com a criança o que a levou a realizar o acto. Esta compreensão, além de demonstrar disponibilidade afectiva por parte dos pais, pode contribuir para que a criança se sinta aceite e amada, mesmo quando realiza algo menos correcto;



No fim, e de extrema importância, é importante que a criança, após ter realizado o acordado no momento, possa ter a possibilidade de ser desculpada, o que lhe faculta o entendimento de que a reparação do mal efectuado é possível;



Na maioria das vezes, as suas "pequenas asneiras" funcionam apenas como forma dela chamar a atenção dos adultos. Sempre que possível, o melhor será ignorar esses pequenos comportamentos e, ao invés, quando a criança estiver a comportar-se do modo pretendido, dar-lhe a atenção que procura, reforçando e elogiando o bom comportamento. O que é notado e reforçado tende a repetir-se com maior frequência e, mais vale salientar e reforçar aspectos positivos da criança, do que negativos.



Atenção ao que se diz, e ao modo como se diz

As palavras contam, e muito. Daí que, no processo educativo, importa realizar um constante processo de auto-avaliação, no sentido de se procurar melhorar a função educativa. Nesse sentido, há que dar uma grande importância ao que se diz, ao que se transmite, e ao que se deseja que a criança interprete.



As palavras são importantes não só na hora de se castigar. Antes pelo contrário, são fundamentais no modo como a criança interioriza o que os adultos esperam nela. As expectativas da criança sobre as suas possibilidades de sucesso são fundamentais para o seu comportamento e, ela só se acreditará capaz de ser bem sucedida, se os pais lhe transmitirem. A capacidade das crianças realizarem uma correcta avaliação de si e dos seus comportamentos é reduzida, e necessitam dos pais, como espelhos. É importante que esses espelhos lhes transmitam a possibilidade de sucesso, de serem bem sucedidos. Veja-se:



Uma criança que, depois do jantar e antes de deitar, costuma brincar com os bonecos - Os pais, ao prepararem a criança para comer, poderão dizer duas frases, por exemplo: A primeira- "Quando acabares de comer toda a sopa, vais poder brincar com os bonecos". Esta verbalização transmite o acreditar, por parte do adulto significativo, das possibilidades de sucesso da criança na tarefa, e nos bons resultados consequentes. Segunda- "Se não comeres a sopa, não brincas com os bonecos". Esta verbalização, além de funcionar como uma ameaça, transmite a possibilidade e o acreditar de que a criança não será bem sucedida na tarefa (comer), mostrando a possibilidade de insucesso como a mais previsível. É uma pequena diferença de palavras, mas é uma grande diferença pedagógica.



A hora de repreender

Quando se repreende uma criança e ela é castigada, geralmente é por ela ter realizado uma acção contrária ao que se considera correcto (por exemplo uma criança que bateu no irmão mais novo). Nesse sentido, mais do que castigar, o que se deseja é mudar esse comportamento, e utiliza-se o castigo como um auxílio para esse objectivo.

No entanto, o castigo só por si não contribui para que esse comportamento desapareça. Aí entra o poder das palavras. A partir do momento em que a criança adquire o desenvolvimento suficiente para se expressar e compreender verbalmente, as palavras utilizadas pelos pais poderão funcionar como aliados excepcionais a nível educativo ou, se mal utilizadas, contribuir para aumentar a confusão e a insegurança da criança.



Voltando ao exemplo da criança que bateu no irmão mais novo, naturalmente, os pais mostrar-se-ão desapontados com o seu comportamento, e terão o desejo de o modificar. É necessário que, ao falar com a criança, as verbalizações incidam directamente sobre o acto incorrecto. Misturar assuntos e/ou alargar muito as explicações apenas serve para desviar dos propósitos. O comportamento incorrecto deverá ser bem sinalizado, de modo a que a criança tenha a perfeita consciência do comportamento indesejável. E, por mais fácil que esta tarefa possa parecer, existem algumas "ratoeiras" em por vezes se tropeça...

Convém evitar utilizar expressões como: "és sempre assim"; "tu nunca fazes nada bem"; "és feio, mau, mal comportado"; "não gosto mais de ti"; entre outras. O que se pretende é a mudança, substituir o comportamento incorrecto pelo correcto pelo que, expressões como as referidas, não transmitem essa possibilidade de mudança. Antes o inverso, transmitem às crianças o sentimento que os pais a vêem como aquela que actua incorrectamente, sem a possibilidade de mudar, prejudicando a auto-imagem da criança. Assim, no exemplo referido, evitar expressões como: "estás sempre a bater ao teu irmão", utilizando outras que sinalizem directamente o comportamento incorrecto "os pais estão zangados porque bateste no teu irmão" e, muito importante, explicar alternativas de como os pais esperam que a criança resolva o assunto no futuro: "da próxima vez, quando estiveres chateado com o teu irmão, podes vir dizer aos pais".



Castigos corporais

Outro tema directamente ligado aos castigos são os castigos corporais, geradores de imensa discussão, bem como de imensas opiniões. Quando o propósito passa por ajudar a criança a interiorizar regras, o castigo corporal revela-se pouco eficaz. Isto porque, quando ela realmente muda de comportamento, fá-lo por medo da figura de autoridade. E tal leva-a a aprender que, perante determinada figura de autoridade, não pode ter dado comportamento. O que até a pode levar a não o realizar nesse contexto específico, mas dificilmente o evitará noutros.



A criança aprende o que pode e não pode junto dos pais e, quando estes utilizam esta norma, elas aprendem que quando lhe batem é porque fez algo incorrecto. Quando muda de contexto (por exemplo, jardim de infância e escola), ela terá maiores dificuldades em respeitar adultos que não utilizam os mesmos padrões de disciplina.



E até que idade bater? Pode-se bater a uma criança mas, quando ela cresce, já não se pode? Ou continua-se a bater? Se o bater numa criança prejudica a sua auto-estima, podemos imaginar o quanto afecta a dum adolescente.

Anteriormente neste artigo foi referido que, mais do que os castigos, a criança aprende pelo exemplo. No exemplo referido (o filho que bate no irmão mais novo), os pais procurarão ensinar à criança que o acto é errado, e que ela não deveria bater no irmão. Para uma criança (e, porque não para um adulto), poderá ser difícil compreender que não pode bater nos outros, quando os próprios pais lhe batem.

Mais factores poderiam ser englobados nesta discussão mas, acima de tudo, o principal é que se pretende que as crianças nos respeitem, e não que temam os adultos.



Conclusões

Resumindo, o acto de castigar pode ser dividido em quatro momentos / objectivos:



Interromper o comportamento incorrecto, quando possível, e sinalizar de modo a que a criança compreenda sem dúvidas o que originou a reacção do adulto. Para que a criança consiga realizar uma correcta associação entre o comportamento incorrecto e a correspondente consequência, é necessária uma rápida reacção dos pais. Acções como "no fim do dia falamos" ou "quando o pai chegar ele fala contigo" são menos eficazes;

Após adquirir consciência do comportamento reprovado pelos pais, a criança deverá conseguir compreender qual o comportamento desejado. É importante que os pais, ao explicarem o procedimento, transmitam à criança que sentem que ela será bem sucedida no futuro. Se a criança não acreditar em si, e na possibilidade de ser bem sucedida no futuro, provavelmente voltará fracassar;

Desculpar. Nenhuma criança faz alguma acção que não possa ser perdoada. A criança necessita compreender que, apesar dos erros, também os poderá resolver e ultrapassar, e voltar a obter a confiança dos pais. Só assim poderá voltar a tentar ser bem sucedida em novos desafios. Aqui os pais poderão também dar o exemplo, assumindo que também já fizeram "asneiras", tal como as crianças, e que conseguiram aprender com elas e melhorar, tal como os filhos conseguirão;

Importantíssimo, reforçar quando a criança tem o comportamento adequado! Um sorriso, um elogio no momento certo, são as melhores armas que se podem utilizar.

Apesar da importância dos castigos, importa realçar novamente que a nossa principal ferramenta educativa é a relação de amor estabelecida com a criança, esse é o principal argumento que possuímos. O principal modo duma criança aprender e respeitar limites é crescer num ambiente em que se sinta amada, e em que aprenda a amar em retribuição. A criança deseja, e quer crescer, para ser "grande" como os seus modelos de referência (geralmente os pais), e será através do seu exemplo que melhor poderão moldar o seu comportamento, e influenciar positivamente a sua socialização.

Ressalva-se que todos os pais sentem dificuldades na educação dos seus filhos. É natural cometer erros, e aprender com eles, tal faz parte da tarefa educativa. Tal como os pais mudam, as crianças também, conseguindo alterar os comportamentos. Não só a nível da disciplina, mas como em vários outros aspectos educativos, a aprendizagem dos limites é uma tarefa a longo prazo, que exige determinação, coerência, firmeza e, fundamentalmente, muita paciência e amor.

Algumas regras para a sala de aula:

Algumas regras para a sala de aula:




• Ser assíduo e pontual;

• Entrar e sair da sala de forma ordenada e em silêncio;

• Quando chegar atrasado, deve bater à porta e explicar o motivo;

• Tirar o boné antes de entrar na sala;

• Desligar o telefone celular;

• Trazer o material necessário para cada aula e mantê-lo em bom estado;

• Não interromper a aula com perguntas ou comentários inoportunos;

• Levantar o dedo para pedir a palavra, aguardando a sua vez;

• Não se levantar sem autorização do professor;

• Respeitar as idéias dos outros;

• Não arrastar cadeiras e mesas;

• Não mascar chicletes, nem comer na sala;

• Manter a sala limpa e organizada;
”A condição para um milagre é a dificuldade, e para um grande milagre é a impossibilidade!”

O ABC da vida

O ABC da vida






Devemos amar e respeitar...



a Á RVORE que dá sombra, que dá frutos.



a B ALEIA que vive a nadar pelo mar.



a C ACHOEIRA que vive a vida a correr.



o D INOSSAURO que viveu há milhões de anos atrás.



a E COLOGIA que é a ciência que estuda a vida.



a F IGUEIRA que é uma árvore frondosa e faceira.



a G IRAFA que é pescoçuda como uma garrafa.



o H IPOPÓTAMO que é pesado e gosta de água.



o Í NDIO que vive em aldeias na mata.



o J ACARÉ que rasteja devagar e sabe nadar.



a L ARANJA que guarda um suco saboroso.



o M AR que é imenso e tem água salgada.



a N ATUREZA que nos encanta com sua beleza.



o O ZÔNIO que protege a Terra.



o P LANETA que vive a vida a girar.



o Q UATI que tem a cauda comprida com anéis de pêlos pretos.



o R IO que corre para o mar como quem vai se atrasar.



a S ELVA que é um lugar habitado por animais selvagens.



a T ERRA que é o planeta em que vivemos.



o U NIVERSO que é onde existem planetas, estrelas, asteróides.



o V ENTO que é o ar em movimento.



o X AXIM que é planta que tem o tronco formado por raízes.



E Z ELAR pelo nosso amado Planeta Terra.
Datas Comemorativas




Meses de janeiro e fevereiro:

25/01 Dia do Carteiro

carnaval, data móvel



Mês de março:

08/03 Dia internacional da mulher

14/03 Dia Nacional da poesia

15/03 Dia dos animais, dia do circo e dia da escola

Início do outono

22/03 Dia mundial da água

Páscoa, data móvel



Mês de abril:

01/04 Dia da mentira

07/04 Dia mundial da saúde

08/04 Dia do correio

18/04 Dia Nacional do livro infantil



Mês de maio:

05/05 Dia nacional das comunicações

09 a 15/05 Semana educativa sobre o trânsito

Segundo domingo de maio: Dia das mães

25/05 Dia da indústria



Mês de junho:

05/06 Dia internacional do meio ambiente

Início do inverno

24/06 Dia de São João



Mês de julho:

01 a 07/07 Semana de prevenção contra incêndios

02/07 Dia do bombeiro

20/07 Dia internacional do amigo

26/07 Dia da vovó



Mês de agosto:

05/08 Dia Nacional da saúde

Segundo domingo de agosto: Dia dos pais

22/08 Dia do folclore

22/08 Dia do folclore

25/08 Dia do soldado



Mês de setembro:

19 a 25/09 Semana nacional do trânsito

21/09 Dia da árvore

21 a 27/09 Semana da árvore

Início da primavera



Mês de outubro:

12/10 Dia da criança

15/10 Dia do professor

23 a 29/10 Semana nacional do livro

29/10 Dia Nacional do livro

31/10 Dia das bruxas



Meses de novembro e dezembro

20/11 Dia da declaração dos direitos da criança

16 a 22/11 Semana da música

08/12 Dia da família

21/12 Início do verão

25/12 Natal

sábado, 25 de setembro de 2010

Não esqueça o principal

Não esqueça o principal




Conta a lenda, que certa mulher pobre com uma criança no colo, passou diante de uma caverna e escutou uma voz misteriosa que lá de dentro lhe dizia: "Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não esqueça do principal. Lembre-se, porém de uma coisa: Você tem treze minutos e depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal..."

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a ajuntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: "Você tem ainda trinta segundos".

A mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, que a criança lá ficara e a porta estava fechada para sempre!

Vamos ficar livre da DENGUE!!!

Vamos ficar livre da DENGUE


Não deixar água parada nem manter objetos que possam acumular água o quintal, encher de areia os vasos de plantas, tampar as caixas d’água, acomodar o lixo em local apropriado. Ainda que as orientações sejam velhas conhecidas da população, a Secretaria de Estado da Saúde alerta: cuidado nunca é demais contra o temido Aedes Aegypti. Na Primavera o mosquito da dengue volta com gás total. Isso porque a larva desse inseto aproveita-se do calor e da água acumulada pelas chuvas para se multiplicar e, assim, ampliar sua circulação.

Santa Catarina é o único estado do país livre da dengue. Enquanto outros estados vivem epidemias da doença, até o momento não há nenhuma notificação de dengue contraída no território catarinense. Dos 167 casos confirmados, todos são “importados”, ou seja, a contaminação ocorreu fora do estado. Os sintomas da dengue são febre alta (39°C a 40°C), dor de cabeça, cansaço e dor muscular, indisposição, manchas avermelhadas na pele e dor abdominal, e quem desconfiar da doença deve procurar um médico o quanto antes.

No Brasil, pesquisadores já estão testando a vacina contra a dengue em crianças e adolescentes, mas mesmo com resultados otimistas não há perspectiva de oferta da vacina nos próximos anos. As medidas de eliminação do mosquito, portanto, são a forma mais eficaz de se proteger. Neste sentido, deve ser regulamentada em breve a Lei 15.243/2010 do deputado estadual Dado Cherem. A Lei obriga locais mais suscetíveis à disseminação do Aedes Aegypti, como ferros-velhos, empresas de transporte de cargas, lojas de materiais de construção, borracharias e recauchutadoras de pneus, a seguirem à risca as determinações sanitárias para evitar a proliferação do mosquito, sob pena de punição.

As principais medidas para banir o mosquito, de acordo com a Diretoria Estadual de Vigilância Epidemiológica, são:

• Colocar areia nos pratinhos de plantas;

• Remover a água acumulada nas folhas de plantas, como as bromélias;

• Colocar tampas de garrafa, cascas de ovo, latas e outras embalagens vazias em sacos plásticos bem fechados;

• Manter as lixeiras e depósitos de água tampados;

• Lavar com escova os potes de comida e água dos animais uma vez por semana;

• Deixar a tampa do vaso sanitário fechada e dar descarga pelo menos uma vez por semana em banheiros pouco usados;

• Colocar cimento nos cacos de vidro dos muros;

• Manter os ralos fechados e calhas desentupidas;

• Guardar os pneus secos e cobertos ou preencha-os com areia;

• Retirar a água acumulada na laje;

• Retirar a água e limpar as bandejas externas da geladeira;

• Lavar e escovar os suportes para garrafões de água mineral;

• Tratar a água de piscinas com cloro e limpar uma vez por semana;

• Guardar as garrafas com o gargalo para baixo;

• Evitar acumular entulhos. Eles podem se tornar locais de foco do mosquito da dengue.

A Evolução da Educação

A Evolução da Educação
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, 
Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a 
Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..

Leiam relato de uma Professora de Matemática:
 
  Semana passada comprei um produto que custou R$15,80.
  Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos,
para evitar receber ainda mais moedas. 
  A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina 
registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
  Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco,
mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. 
  Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela
aparentemente continuava sem entender. 
   
           Por que estou contando isso?

  Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, 
que foi assim:
 
 1. Ensino de matemática em 1950:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

 2. Ensino de matemática em 1970:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção
é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?

 3. Ensino de matemática em 1980:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de  produção
é R$80,00. Qual é o lucro?
 
 4. Ensino de matemática em 1990:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção
é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

 5. Ensino de matemática em 2000:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00.
 
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
 
 6. Ensino de matemática em 2009:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção
é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

 7. Em 2010 vai ser assim:
  Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção
é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro
descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

  E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com
que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a
professora provocou traumas na criança.
 
  Em 1969 os Pais do aluno perguntavam ao "aluno": "Que notas são estas...????

  Em 2009 os Pais do aluno perguntam ao "professor": "Que notas são estas...????

  Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
 Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhor es para o nosso planeta?"

  Passe adiante!
  Precisamos começar JÁ!
  Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o
exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos
os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...


"NENHUM ESFORÇO SE PERDE"
                             Louis Pasteur